Preços acessíveis, clima quente e infraestrutura de cidade americana fazem com que Miami se diferencie do mercado imobiliário dos EUA, ainda atordoado pela bolha que estourou em 2007.
Por isso, brasileiros, canadenses, russos, venezuelanos e colombianos são os que mais consomem as pechinchas muitas vezes proporcionadas por encalhe e até imóveis devolvidos pelos nativos que quebraram.
Há um ano, a empresária santista Anielly Maia, de 37 anos, passa dez dias a cada dois meses em Miami, na Florida.
A viagem constante se deve ao apartamento que comprou por lá - um imóvel novo com três dormitórios de 145 m2 que custou US$ 500 mil.
O valor é uma pechincha, comparado com o mercado imobiliário santista.
Boa fase brasileira ativa mercado imobiliário de luxo em Miami
09/12/2011 A disparada de preços das propriedades no Brasil e o aumento de quase 40% do real contra o dólar desde 2009 provocaram uma verdadeira febre nos brasileiros de comprar condomínios de luxo em Miami: um frenesi que incentiva o ainda abatido mercado imobiliário da Flórida.
O setor financeiro de Miami, Brickell, já é apelidado por alguns como o "Brickellcinho" pelo português que é ouvido nas áreas comuns dos condomínios, que ainda podem ser encontrados por menos de US$ 300 mil.
Mas os brasileiros de hoje compram em dinheiro também aqueles apartamentos em Sunny Isles, Bal Harbour e Hollywood, o famoso corredor das praias do sul da Flórida, onde suas propriedades têm uma base mínima de um milhão de dólares.
Compre um imóvel por $500.000,00 e ganhe sua Residência nos Estados Unidos
Novembro 21, 2011
Compradores internacionais foram responsáveis por cerca de U$82 bilhões de dolares em vendas de imóveis residenciais dos EUA relativas ao exercício até março. Dos U$66 bilhões durante o período do ano anterior, de acordo com dados da National Association of Realtors (NAR),
foram contabilizados para compradores estrangeiros, pelo menos 5,5% de todas as vendas de imóveis em Miami durante o mês de julho, de acordo com o MDA DataWQuick.
Estes imóveis foram projetados de acordo com interesse dos investidores estrangeiros.
A forma de pagamento foi elaborada conforme padrão brasileiro:
20% na apresentação do contrato
20% no início da construção
20% na conclusão da estrutura do prédio em 18 meses
20% no final da construção em 24 meses
20% no fechamento da compra
Aproveitem enquanto os imóveis em Miami ainda estão baratos!
Brasileiros investindo em Miami
Investir no exterior voltou a ser um bom negócio para os brasileiros da classe A.
O principal destino é Miami, na Flórida (EUA).
A razão para isso são os preços, em queda, o dólar baixo e a rentabilidade do negócio. O movimento de retomada desses investimentos recomeçou em 2010, com a oferta de produtos e preços menores.
Em Miami houve redução, já em Nova York e Washington, estabilização.
O que atrai é a rentabilidade do valor que se paga, que pode ser de 1% a 1,5%, além da vantagem da valorização do imóvel.
Imóveis nos Estados Unidos, comparados aos no Brasil, estão entre 30% e 40% mais baratos. Por 3,5 mil reais o metro quadrado, compra-se um bom imóvel na cidade da Flórida.
Quantidade de brasileiros que compram imóveis na Flórida triplica em um ano
10/11/2011
Aiana Freitas
Especial para o UOL Economia, em São Paulo
Fonte: economia.uol.com.br
Comprar um apartamento nas cidades praianas da Flóida, nos Estados Unidos, pode ser mais barato do que comprar um imóvel em São Paulo.
Não por acaso, os brasileiros estão atualmente entre os maiores compradores internacionais de imóveis da região, ficando atrás apenas dos canadenses.
Dados da Florida Realtors, associação que reúne os corretores de imóveis, mostram que em 2010 os brasileiros eram 3% dos compradores internacionais do Estado; hoje, são 8%, ou quase três vezes mais.
Momento é propício para compra de imóveis no exterior
24/09/2010
SÃO PAULO – A 5ª edição do SISP (Salão Imobiliário de São Paulo) traz
uma novidade para quem quer comprar um imóvel: a oferta de propriedades
no exterior. A oportunidade, segundo especialistas, deve ser
aproveitada, já que o momento é propício para este tipo de negociação.
“O momento é bom, por conta da valorização do real. Além disso,
imóveis sempre são bons investimentos. Contudo, uma compra fora exige
mais atenção do comprador”, explica, Leonardo Shneider,
diretor-superintendente da Apsa, empresa especializada em administração
de imóveis.